Antena Minho - Dar à lingua portuguesa
Ana Rita Silva e Jorge Dinis Oliveira
A forma como falamos e escrevemos, reflete a forma como pensamos e construímos a nossa realidade. A língua é um ser vivo, carrega história e estórias, tradições, evolui com o tempo, transforma-se e transforma. Neste programa, a nossa língua de Camões é a rainha. Os episódios de cerca de 15 minutos abordam temas como a origem de expressões, curiosidades sobre o português, imprecisões gramaticais e linguísticas bem como entrevistas a escritores, revisores, tradutores ou simplesmente curiosos da nossa língua.
A forma como falamos e escrevemos, reflete a forma como pensamos e construímos a nossa realidade. A língua é um ser vivo, carrega história e estórias, tradições, evolui com o tempo, transforma-se e transforma. Neste programa, a nossa língua de Camões é a rainha. Os episódios de cerca de 15 minutos abordam temas como a origem de expressões, curiosidades sobre o português, imprecisões gramaticais e linguísticas bem como entrevistas a escritores, revisores, tradutores ou simplesmente curiosos da nossa língua.
T4 - E15 | Insultos com classe
Episodios
Espero que gostem desta conversa sobre insultos...com classe.
Neste episódio conversamos acerca das palavras mais bonitas e...algumas das mais feias do nosso vocabulário.
Neste episódio conversamos sobre as principais figuras de linguagem: Aliteração, anáfora, antítese, assonância, catacrese, elipse, eufemismo, hipérbato, hipérbola, ironia, metáfora, metonímia, onomatopeia, paradoxo, pleonasmo, prosopopeia, sinestesia e zeugma.
Nasceu em Braga, em 1974, e é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. Escreveu Era Uma Vez Um Homem (Prémio Literário UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), Os Provocadores de Naufrágios (2018) e Autópsia (2019), todos publicados pela Guerra e Paz.
João Nuno Azambuja nasceu em Braga, em 1974, e é licenciado em História e Ciências Sociais. Participou, por sua iniciativa, em diversas explorações arqueológicas pelo país ao longo de vários anos. Militou, mais tarde, nas tropas paraquedistas. Regressado à vida civil, dedicou-se à escrita e fundou, em Braga, um bar de inspiração celta, onde se realizaram concertos memoráveis das melhores bandas ibéricas desse género musical. Escreveu Era Uma Vez Um Homem (Prémio Literário UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), Os Provocadores de Naufrágios (2018) e Autópsia (2019), todos publicados pela Guerra e Paz. Junta-se a nós para falar do mais recente livro, Breviário da Vingança, editado pela Guerra e Paz.
Estas marcas passaram por, de acordo com especialistas da língua, uma “derivação imprópria” ou uma “conversão”, i.e., houve uma mudança de categoria gramatical, passando de nome próprio para nome comum. Atualmente, estas palavras encontram-se dicionarizadas, tendo algumas sofrido uma alteração em termos de grafia. Episódio inspirado no Podcast Ciberdúvidas da LP.
Neste episódio abordamos algumas das palavras que não pronunciamos correctamente.
Continuamos com o nariz enfiado na obra de Cervantes, 'O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de La Mancha'. Apresentamos, neste episódio, mais de duas dezenas provérbios utilizados por Cervantes, com os seus equivalentes na língua portuguesa. Para este episódio, voltamos a consultar a tradução do D. Quixote (2005) para a Relógio D'Agua, de José bento, e o artigo "Los refranes de Don Quijote de la Mancha en la traducción portuguesa", de Lucília Chacoto.
Os erros de tradução são mais comuns do que gostaríamos de acreditar, ou admitir. As causas podem ser as mais variadas, podendo incluir uma inexperiência no ramo por parte do tradutor, uma falta de contexto para a terminologia ou simplesmente a ausência de um tradutor qualificado - o famoso caso do amigo quetem um primo que morou nos Estados Unidos e fala inglês. A história está repleta de exemplos de erros que tiveramconsequências graves, embora alguns tenham sido até engraçados! Neste episódio apresentamos alguns dos piores.
José Miguel Braga | Bracarense de gema. É doutorado pela Universidade do Minho em Ciências da Comunicação, na especialidade de Teoria da Cultura, com uma tese dedicada ao ator intitulada "Aqui é o Mundo - sobre teatro e técnicas de expressão". Iniciou a carreira como professor do ensino secundário em 1978, no Liceu Sá de Miranda, em Braga. Foi Leitor de Português entre 1987 e 1996 em França, nas universidades Blaise Pascal de Clermont-Ferrand e Paris X - Nanterre.Foi professor de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espectáculo - Interpretação da ESAS (Escola Secundária Alberto Sampaio) em Braga. Foi professor auxiliar convidado da Licenciatura em Ciências da Comunicação do ICS/UM, tendo tido a seu cargo a formação dos alunos de 1º ano em "Técnicas de Expressão". Leccionou “Corpo e Performance” e "Corpo e Escrita". É ator, encenador e dramaturgo no âmbito do trabalho desenvolvido pelo PIF'H (Produções Ilimitadas Fora d'Horas), colaborando também com a companhia de teatro Malad'Arte e com o Grupo de Teatro São João Bosco, do Seminário Conciliar. Tem dedicado a sua vida ao ensino e formação dos jovens, privilegiando a comunicação teatral e a comunicação literária. Publicou poesia e teatro em edição de autor. Dedica-se atualmente à escrita diarística, à escrita teatral, à poesia e à ficção. Em 2023, recebeu o prémio Galardões "A Nossa Terra" e em 2024 publicou o livro 'O Caminho de Royat' pela Humus.
José Miguel Braga | Bracarense de gema. É doutorado pela Universidade do Minho em Ciências da Comunicação, na especialidade de Teoria da Cultura, com uma tese dedicada ao ator intitulada "Aqui é o Mundo - sobre teatro e técnicas de expressão". Iniciou a carreira como professor do ensino secundário em 1978, no Liceu Sá de Miranda, em Braga. Foi Leitor de Português entre 1987 e 1996 em França, nas universidades Blaise Pascal de Clermont-Ferrand e Paris X - Nanterre. Foi professor de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espectáculo - Interpretação da ESAS (Escola Secundária Alberto Sampaio) em Braga. Foi professor auxiliar convidado da Licenciatura em Ciências da Comunicação do ICS/UM, tendo tido a seu cargo a formação dos alunos de 1º ano em "Técnicas de Expressão". Leccionou “Corpo e Performance” e "Corpo e Escrita". É ator, encenador e dramaturgo no âmbito do trabalho desenvolvido pelo PIF'H (Produções Ilimitadas Fora d'Horas), colaborando também com a companhia de teatro Malad'Arte e com o Grupo de Teatro São João Bosco, do Seminário Conciliar. Tem dedicado a sua vida ao ensino e formação dos jovens, privilegiando a comunicação teatral e a comunicação literária. Publicou poesia e teatro em edição de autor. Dedica-se atualmente à escrita diarística, à escrita teatral, à poesia e à ficção. Em 2023, recebeu o prémio Galardões "A Nossa Terra" e em 2024 publicou o livro 'O Caminho de Royat' pela Humus.
Continuamos com o nariz enfiado na obra de Cervantes, 'O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de La Mancha'. Apresentamos mais 17 provérbios utilizados por Cervantes, com os seus equivalente na lingua portuguesa. Para este episódio, consultamos a tradução do D. Quixote (2005) para a Relógio D'Agua, de José bento, e o artigo "Los refranes de Don Quijote de la Mancha en la traducción portuguesa", de Lucília Chacoto. Ilustração de Gustave Doré.
Neste programa debruçamo-nos sobre as palavras as palavras mais pesquisadas de 2024 (Fonte: Priberam e Agência Lusa). Todos os anos, em janeiro, a Porto Editora revela qual foi a palavra que marcou o ano. A iniciativa tem como principal objetivo “sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa”, bem como mostrar a “importância das palavras e dos seus significados”. Em 2023, o termo mais votado foi “professor”, num ano que ficou marcado pela luta dos docentes. Já em 2024, os portugueses escolheram “liberdade”, numa alusão aos 50 anos do 25 de Abril. A palavra do ano recebeu 22 por cento dos votos, anunciou a Porto Editora esta terça-feira, 7 de janeiro. Todos os anos, em janeiro, a Porto Editora revela qual foi a palavra que marcou o ano. A iniciativa tem como principal objetivo “sublinhar a riqueza lexical e o dinamismo criativo da língua portuguesa”, bem como mostrar a “importância das palavras e dos seus significados”. Em 2023, o termo mais votado foi “professor”, num ano que ficou marcado pela luta dos docentes. Já em 2024, os portugueses escolheram “liberdade”, numa alusão aos 50 anos do 25 de Abril. A palavra do ano recebeu 22 por cento dos votos, anunciou a Porto Editora esta terça-feira, 7 de janeiro.
José Bento, falecido em 2019, foi o mais importante tradutor português de poesia espanhola, e deixa ele próprio uma obra poética. A sua tradução de "O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha", de Miguel de Cervantes, lançada pela editora Relógio D'Água em 2005, foi uma de suas realizações mais notáveis, rendendo-lhe mais um Grande Prémio de Tradução Literária, uma das maiores distinções na área. Neste episódio, exploramos diversos provérbios presentes na obra de Cervantes, destacando os seus equivalentes em português.
Neste episódio falamos sobre Nigel Richards, um campeão trilingue de scrable e partilhamos algumas influências germânicas na lingua portuguesa. Tivemos ainda oportunidade de rebaptizar a Ponte Eiffel como Ponte Bönickhausen.
Regressa ao nosso programa Alberto Paz Félix, desta vez para nos falar sobre a cultura galega. Entre outras conversas falamos sobre o músico Amancio Prada; passando pelos grupos Milladoiro, Luar na Lubre e Tanxugueiras bem como pela incontornável poetisa, Rosália de Castro.
Juntem-se a nós nesta conversa em Português e Galego com o convidado Alberto Paz Félix. Alberto Paz Félix é graduado en Galego e Portugués, Estudos Lingüísticos e Literarios pola Universidade da Coruña, onde tamén realizou o mestrado en Literatura, Cultura e Diversidade. Desde 2022, é leitor de galego na Universidade do Minho (UMINHO).
Housam Aldakar, conhecido como Sam pelos amigos, vive em Portugal há mais de dez anos. Ele gosta de aprender línguas, e o português foi a língua do país que escolheu para continuar a sua vida. O que o ajudou a aprender português foi o contacto diário e directo com os portugueses, seus colegas de trabalho. Ele foi "obrigado" a falar e a aprender rapidamente essa língua, que não se ensina nos cursos tradicionais de português.
Housam Aldakar, conhecido como Sam pelos amigos, vive em Portugal há mais de dez anos. Ele gosta de aprender línguas, e o português foi a língua do país que escolheu para continuar a sua vida. O que o ajudou a aprender português foi o contacto diário e directo com os portugueses, seus colegas de trabalho. Ele foi "obrigado" a falar e a aprender rapidamente essa língua, que não se ensina nos cursos tradicionais de português.
Juntem-se a nós para um episódio repleto de expressões portuguesas relacionadas com o mundo musical. Trouxemos ainda, aproveitando a pertinencia do tópico, a origem e evolução da palavra 'terramoto'. Abordamos ainda da palavra 'fado'. "Ponham a boca no trombone e divulgem o nosso programa, para ele náo ir à viola, pois estamos aqui a dar o cavaquinho por vocês."
A autora Maria Luísa Silva é formada em Psicologia pela Universidade do Minho e membro efectivo da Ordem dos Psicologos. Lançou, em 2017, o primeiro volume "As Conversas Que Tenho Contigo", que conta já com cinco edições, e traduzido para a língua inglesa. Em 2022 a autora lançou uma continuação - "as conversas que tenho contigo II".
Homem dos sete oficios, Marco Neves é tradutor, revisor, professor, leitor, conversar autor....e pai. É professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e director do escritório de Lisboa da Eurologos.
A autora Maria Luísa Silva é formada em Psicologia pela Universidade do Minho e membro efectivo da Ordem dos Psicologos. Lançou, em 2017, o primeiro volume "As Conversas Que Tenho Contigo", que conta já com cinco edições, e traduzido para a língua inglesa. Em 2022 a autora lançou uma continuação - "as conversas que tenho contigo II".
Homem dos sete oficios, Marco Neves é tradutor, revisor, professor, leitor, conversar autor....e pai. É professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e director do escritório de Lisboa da Eurologos.
Carlos Pazos-Justo foi o primeiro presidente da AIEG numa universidade portuguesa. No seu mandato, procurou reforçar o trabalho em rede sobre literatura, história, cultura e língua galegas e o diálogo com a lusofonia. A AIEG surgiu nos anos 80 nos EUA e o seu congresso trienal já passou pelos EUA, Alemanha, Reino Unido, Cuba, Espanha, Brasil, Argentina e Polónia. Em Portugal, o congresso foi coorganizado pelo centros de Estudos Galegos das universidades do Minho, Algarve e Nova de Lisboa, tendo o apoio da Xunta da Galiza, do CCG, do Centro de Estudos Humanísticos, do Centro de Investigação em Artes e Comunicação, dos municípios de Braga e Guimarães, dos Canto d’Aqui e da TecMinho.
O autor Marco Neves, no seu livro 'Dicionário de Erros Falsos e Mitos do Português' da editora Guerra e Paz, aborda alguns mitos no uso do português. Neste episódio a nossa converta gira em torno de alguns destes mitos. Diletante e pífio são aos adjectivos destacados neste programa.
De onde surge a língua portuguesa? Que língua falava Afonso Henriques? Como surge o nome “Português”? Recorremo-nos do livro 'Português de A a Z - Armadilhas e Maravilhas da Língua', do Professor Marco Neves, para responder a estas e outras questões sobre as origens do português.
Neste episódio, novamente sem convidados, partilhamos provérbios de Abril e duas palavras do dia - Prolegómenos e calão. O tema principal foi alguns dos plurais mais "complicados" da lingua portuguesa. Corrimãos ou corrimões? Cores variáveis, cores invariáveis e cores compostas. Plural de substantivos compostos e plural de adjectivos compostos.
Neste episódio, sem convidados, partilhamos provérbios de Março e duas palavras do dia - enjeitado e labrosta. O tema principal são alguns dos erros comuns da língua portuguesa: “Aparte” e “à parte”; “Propício” e “propenso” “Tachar” e “taxar” “Em que” e “onde” “Onde”, “aonde” e “de onde” “Meio” e “meia” “Eficaz”, “efetivo” e “eficiente”
Juntem-se a esta conversa vadia sobre burros, baleias, crianças e livros, muitos livros. Especialmente aqueles que não lemos.
Segunda parte da conversa com a escritora bracarense Joana Páris Rito. Publicou o primeiro romance, "Borboletas sem Asas", em 2016; em Agosto de 2017 publica o segundo romance, "Azul Índigo" e, em 2022, publica o seu último romance, "Vermelho Sangue". Em Dezembro de 2017 venceu o Prémio da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva pelo conto “Feliz Natal, Mister Lee”. Colabora ainda na produção de textos dramáticos para Teatro e escreve regularmente para o Correio do Minho.
Fabíola Lopes é professora de Inglês e professora bibliotecária no Colégio D. Pedro V. Gosta de partilhas, de música, de pinturas, de cinema e de pipocas. Sobretudo de ouvir, ler e contar sentidos através das palavras. Em 2014 recebeu o 2º prémio no concurso de ensaio da República da Coreia, organizado pela Embaixada da República da Coreia em Portugal e presidido pelo escritor José Luís Peixoto, com o texto As pontes em nós. Em 2021 recebeu o Prémio Literário Germano Silva – Rotary Club de Penafiel pelo livro de poesia Esquírolas, publicado pela Editorial Novembro. Escreve, desde Setembro de 2018, uma crónica mensal no Correio do Minho. Colabora, mensalmente, na comunidade de escrita A Velha Escrita, em Braga.
Conversa com Joana Páris Rito, escritora bracarense. Publicou o primeiro romance, "Borboletas sem Asas", em 2016; em Agosto de 2017 publica o segundo romance, "Azul Índigo" e, em 2022, publica o seu último romance, "Vermelho Sangue". Em Dezembro de 2017 venceu o Prémio da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva pelo conto “Feliz Natal, Mister Lee” Colabora ainda na produção de textos dramáticos para Teatro e escreve regularmente para o Correio do Minho
Neste programa, para além das palavras do dia (olvido e facécia) e dos provérbios do mês de Janeiro, conversamos sobre palavras que têm origem em correntes filosóficas e que traduzem um pensamento ou forma de pensar.
Acompanhem-nos nesta conversa à volta dos livros com João Tavares, autor de uma 'Homenagem' ao grande Mestre Fernando Pessoa. O livro será apresentado, no próximo dia 13 de Janeiro, na Biblioteca Lúcio Craveiro, em Braga.
Inês Silva, lisboeta, estudou Gestão e Administração de Empresas, tendo trabalhado em empresas ligadas às tecnologias e telecomunicações. Em 2010 fundou a agência de ilustração 'Illlustopia' onde representa vários ilustradores nacionais e internacionais. Em 2015 fundou a ByRights Agency, uma agência literária na área de literatura infantil ilustrada. A Suricata Editora nasce em 2023, impulsionada pelo livro "A Ciência das Coisas", do Bernardo Albuquerque Nogueira. A Suricata Editora foi pensada para ser uma editora de autor (em que os livros são publicados em parceria com os autores) de livros infantojuvenis
José Moreira da Silva, professor universitário aposentado, linguista, autor e editor, tem dedicado toda a sua vida ao estudo e ao ensino da Linguística e da Língua portuguesa. Medalha de Mérito Cultural da cidade de Braga. Publicou obra extensa em revistas da especialidade, é cronista em jornais e revistas variadas, e trouxe a público "Dizem", "Língua e Literatura - Diversos", "Ósculo na areia", "A língua move-se", "Linguística, Literatura e Outra Flora", "Poemas de Sol e Sombra - Anagogia", "Sete traços na parede nua" e, há pouco, "Gramática das Coisas". Nestas obras, o autor põe em relevo as suas facetas de linguista, poeta, romancista e cronista literário.
Acompanhem-nos nesta conversa com João Tavares, autor de uma 'Homenagem' ao grande Mestre Fernando Pessoa.
José Moreira da Silva, professor universitário aposentado, linguista, autor e editor, tem dedicado toda a sua vida ao estudo e ao ensino da Linguística e da Língua portuguesa. Medalha de Mérito Cultural da cidade de Braga. Publicou obra extensa em revistas da especialidade, é cronista em jornais e revistas variadas, e trouxe a público "Dizem", "Língua e Literatura - Diversos", "Ósculo na areia", "A língua move-se", "Linguística, Literatura e Outra Flora", "Poemas de Sol e Sombra - Anagogia", "Sete traços na parede nua" e, há pouco, "Gramática das Coisas". Nestas obras, o autor põe em relevo as suas facetas de linguista, poeta, romancista e cronista literário.
Juntem-se a mim e à benquista Ana Rita no arranque da terceira temporada do 'Dar à língua portuguesa'. Vamos dar o nosso melhor para que seja impoluta. Neste episódio fizemos um teste recolhido do livro 'Erros de Português Nunca Mais' da autora Analita Santos. Um agradecimento especial à autora pelo contributo para a língua portuguesa.
Para além dos provérbios de Outubro e das palavras do programa (Mormaço e hombridade), abordamos, neste episódio, as figuras de estilo: Recursos linguísticos que tornam a linguagem mais expressiva e sugestiva, conferindo beleza e singularidade aos textos.
Maria Inês Rodrigues, jovem escritora de Ponte da Barca recebeu o prémio luso-brasileiro 'Génios da Atualidade' na categoria 'Personalidades do Ano'. Venham conhecer a Maria Inês Rodrigues e o seu primeiro romance 'Uma chance ao destino'.
Depois das palavras do dia 'Busílis' e 'geringonça' conversamos sobre palavras e expressões em latim que frequentemente usamos (fonte Ncultura). Por exemplo 'ad aeternum' e 'grosso modo'. Juntem-se a nós em mais um 'Dar à lingua portuguesa'. Carpe Diem!
Neste programa continuamos a conversa sobre a origem de expressões como, por exemplo, 'testa de ferro' ou 'lágrimas de crocodilo'. Tivemos ainda oportunidade de clarificar a origem da palavra 'glamour' de origem escocesa e não francesa.
'Emplastro' e 'coevo' são os adjectivos de eleição no episódio desta quinzena. Qual a origem da expressão 'andar com o rei na barriga'? Vamos conversar sobre esta e outras expressões. A consulta para este programa foi efectuada na Vortexmag.
Juntamente com as palavras 'despautério' e 'resiliência' este programa debruça-se sobre o conjuntivo (ou subjuntivo em Pt-Br). 'O conjuntivo é o modo que exprime a ação (ainda) não realizada, hipotética ou irreal. É o modo através do qual se transmite a incerteza, a dúvida, o desejo pela realização de alguma coisa, a condição, a possibilidade, a eventualidade.'
Ermil Diaconescu é um romeno apaixonado pela língua portuguesa e pela riqueza, muitas vezes oculta, dela. É um coach executivo, de grupos e equipas, e nos últimos anos a sua paixão mudou o rumo da sua carreira. Tem trabalhado com clientes do mundo lusófono e tem colaborado com coaches lusofalantes. É também membro do Comité da Comunidade dos Coaches de Língua Portuguesa. Sempre em buscar de novas perspectivas, escreveu vários artigos publicados em Portugal (RH Magazine) e no Brasil (Revista Coaching Brasil), oferecendo novos olhares sobre coaching através das literaturas lusófonas, gramática e desporto. O Ermil tem uma forte convicção que as diferenças culturais são uma fonte inesgotável de inspiração, aprendizagem e crescimento.
A Manuela Pereira, flaviense, escreveu mais de uma centena de livros; recebeu, em 2022, o prémio de Literatura César Andrino e transforma histórias em livros. Oiçam mais um episódio do 'Dar à lingua portuguesa' e conheçam esta mulher fascinante e prolífica.
Ermil Diaconescu é um romeno apaixonado pela língua portuguesa e pela riqueza, muitas vezes oculta, dela. É um coach executivo, de grupos e equipas, e nos últimos anos a sua paixão mudou o rumo da sua carreira. Tem trabalhado com clientes do mundo lusófono e tem colaborado com coaches lusofalantes. É também membro do Comité da Comunidade dos Coaches de Língua Portuguesa. Sempre em buscar de novas perspectivas, escreveu vários artigos publicados em Portugal (RH Magazine) e no Brasil (Revista Coaching Brasil), oferecendo novos olhares sobre coaching através das literaturas lusófonas, gramática e desporto. O Ermil tem uma forte convicção que as diferenças culturais são uma fonte inesgotável de inspiração, aprendizagem e crescimento.
As palavras do episódio são o verbo 'desopilar', consultada no livro 'Roteiro Afetivo de Palavras Perdidas' de António Mega Ferreira. 'Desopilar', de acordo com a Ana Rita Silva foi muito 'benquista'. Adjectivo que significa 'bem aceite', 'estimado' ou 'prezado'. O episódio de hoje é sobre a censura, a livros e não só.